Desenvolvimento de sistemas · Curitiba/PR

Sistema de chão de fábrica em Curitiba para o ERP que para na porta da planta

Painéis, apontamento e integração para a cadeia automotiva, o CIC, a refinaria em Araucária e a operação que já tem ERP — e ainda vive de planilha no turno. Primeiro recorte em produção; manutenção anual na proposta, antes da assinatura.

Em resumo

A curitiba.digital constrói sistemas web para indústria e operação de processo na Grande Curitiba: apontamento de posto, portal logado, automação e API com o ERP que a planta já tem. Escritório na R. Alferes Ângelo Sampaio, 1190, Água Verde —terceira unidade da mesma empresa, mesmo CNPJ, mesmo fundador, 23 anos de operação agora com endereço aqui. O método é declarado: só se constrói o que o pacote de prateleira recusa, e o primeiro pedaço já precisa sobreviver a um turno.

  • Roda no navegador do posto: terminal, tablet ou PC, sem instalar nada no chão
  • Fala com ERP, WMS, portal de montadora e WhatsApp — no limite que a API libera
  • Acesso por função, log de lote e regra de retenção escrita antes da primeira tela
  • Primeiro fluxo no ar antes de o contrato cobrir a planta inteira
  • Manutenção anual estimada na proposta, não descoberta depois do go-live
  • Código, banco e credenciais no CNPJ da sua empresa

O padrão na cadeia da Volvo, da Renault e da Audi — e nos fornecedores do CIC e de São José dos Pinhais — não é falta de sistema. É ERP que fecha o fiscal e o pedido da montadora, e um chão de fábrica que ainda aponta em papel, WhatsApp e planilha do PCP.

A planilha não estava errada. Ela cobriu o intervalo entre o que o ERP enxerga e o que o posto realmente faz. O teto aparece quando qualidade, expedição e PCP fecham o turno com números diferentes, quando o lote sai sem laudo amarrado, quando o único dono do arquivo tira folga. Enquanto a regra for a de qualquer empresa, comprar pronto sai mais barato — e essa continua sendo a resposta quando for o caso. Construir se paga quando a regra dentro daquela planilha é a que segura a margem com o OEM.

O comprador daqui pede proposta, prazo e três orçamentos. UTFPR e UFPR formam gente que lê modelo de dados e limite de chamada sem teatro — o que só ajuda: a conversa é de processo, não de adjetivo. Muitos projetos começam quando a vitrine já está resolvida —site no ar,loja virtual vendendo — e o estrangulamento migra para o turno: o pedido entra no portal, e é no apontamento que a operação engasga.

Painel de apontamento sob medida, com fila de ordens, lote e indicadores de turno em tempo real

Seis sinais de que o posto ainda vive fora do ERP

  • Três versões do mesmo lote

    PCP, qualidade e expedição fecham o turno com contagens diferentes. A reunião vira disputa de arquivo.

  • Dado digitado três vezes

    A ordem entra no portal da montadora, depois no ERP, depois na planilha. Cada volta é meia hora e um erro de lote.

  • Um dono da planilha do PCP

    Quem montou o controle tira folga e o turno opera no escuro. Isso não é comprometimento, é risco concentrado.

  • Falha que já tem preço

    Lote expedido sem laudo, apontamento perdido, cobrança que ninguém emitiu. Dá para somar no fechamento do mês.

  • Indicador só no fechamento

    Você fica sabendo que a margem caiu vinte dias depois. Decidir com dado do turno passado é apostar.

  • O MES que quase serve

    Cobra por assento, não tem o campo que a planta exige, e a gambiarra ao redor já é outro controle paralelo.

O que costuma ser construído

  • Painel de turno Fila, apontamento e margem se movendo enquanto o posto trabalha, não no fechamento de vinte dias.
  • Portal do cliente B2B Área logada com pedido, laudo, nota e status — menos ligação para PCP e qualidade.
  • Ordem de serviço Abertura, apontamento no posto ou em campo, foto, assinatura e histórico pesquisável por lote.
  • Agenda de recurso Célula, equipamento ou profissional com ocupação visível e lembrete automático.
  • Alçada de aprovação Prazo, cobrança e registro de quem liberou o lote, o desconto ou a expedição.
  • Integração por API ERP, WMS, portal de montadora, pagamento e WhatsApp sem ninguém copiando no meio.
  • Lote e estoque Produto, movimentação e rastreio com a regra que a auditoria da cadeia realmente cobra.
  • Relatório e exportação Planilha e PDF no formato que a contabilidade, o OEM ou o cliente fiscal exige.
  • CRM de carteira industrial Funil e follow-up desenhados no jeito que o comercial B2B da planta vende.
  • Camada de IA onde cabe Triagem de mensagem, leitura de laudo e resumo — onde tira clique, não como slide de proposta.

MVP não é versão capenga: é o menor fluxo que já opera o turno

Projeto de software na indústria raramente morre por dificuldade técnica. Morre por querer o mapa da planta antes de um operador tocar numa tela. Daí a regra do primeiro corte: pequeno o bastante para subir, e útil o bastante para o posto preferir usá-lo a voltar para o papel.

  • O fluxo que sangra

    Um processo inteiro, da abertura da ordem à expedição, com gente de turno usando. Sem tela de vitrine.

  • O que o posto pediu

    Depois de algumas semanas rodando, a fila de melhoria vem do log e de quem aponta — não do workshop inicial.

  • ERP e volume

    Ligação com o ERP e o portal do OEM, permissão fina, carga de turno cheio e o que a planta exigir quando crescer.

Onde isso rende na Grande Curitiba

A economia daqui é cadeia longa: automotivo no CIC e em São José dos Pinhais, refinaria em Araucária, móveis e madeira na região, serviço técnico que cruza para Santa Catarina. Operação com rastreio, alçada e regra própria — justamente onde o pacote genérico trava:

  • Indústria e cadeia automotiva

    Apontamento de posto, rastreio por lote, ensaio e laudo nascendo no chão — não na transcrição do fim do turno para o ERP.

  • Clínicas e operação de saúde

    Agenda com confirmação, ficha, convênio e ocupação por sala ou equipamento, com acesso separado por função — comum no Água Verde e no Batel.

  • Logística e Afonso Pena

    Pedido B2B com tabela por cliente, catálogo do representante, comprovante no celular e amarração com o faturamento rumo a São José dos Pinhais.

  • Processo contínuo e campo

    Visita técnica, medição, contrato e cobrança recorrente — inclusive com o aparelho sem sinal no pátio ou na refinaria, sincronizando quando volta.

Escolher stack é decidir o custo da planta daqui a três anos

Linguagem com gente disponível no mercado de Curitiba, biblioteca com manutenção ativa, banco relacional quando o dado é relacional. Framework exótico impressiona no kickoff e cobra no segundo ano — quando o autor some, ninguém na equipe da planta lê aquele código e amanutenção vira refém de uma pessoa. Pesa junto ausabilidade no posto: tela que pede treinamento longo é tela que o operador contorna com uma planilha nova no intervalo.

Segurança entra no desenho: papel por função, tráfego cifrado, senha com hash, log de lote e cópia com restauração testada. Dado pessoal: o que dá para não guardar, não se guarda. Hospedagem, monitoramento e atualização vão no orçamento, com repositório, banco e credenciais no CNPJ da empresa — independência se resolve com acesso e contrato, não com discurso.

Camadas de segurança de um sistema industrial: acesso por função, tráfego cifrado, log de lote e cópia restaurável

Como um projeto anda por aqui

  1. Mapa do turno

    Uma ou duas conversas com quem aponta, não só com quem assina. Sai daí onde o tempo some e quanto isso custa no mês.

  2. Corte do primeiro entregável

    O menor fluxo que já opera sozinho, com escopo escrito, prazo por fase e a lista do que fica de fora do recorte.

  3. Uma entrega por semana

    Homologação no ar desde o começo. O coordenador entra, clica e corrige rota enquanto corrigir ainda é barato.

  4. Teste com quem opera o posto

    Quem vai apontar todo dia mexe antes de virar oficial. Fluxo aprovado só na diretoria costuma morrer no chão de fábrica.

  5. Produção e manutenção

    Publicação, treino curto de turno, monitoramento e plano anual combinado antes do go-live, não depois.

Interfaces e produtos que saíram desta engenharia

Amostra do que o mesmo CNPJ construiu em 23 anos: telas de operação, painéis e produtos digitais em código próprio. Nenhum desses trabalhos é da Grande Curitiba — a unidade do Água Verde acabou de abrir; o que se transfere é o método.

Site criado para BioAttentoSite criado para Bonn AppSite criado para CRI ImobiliáriaSite criado para Dr. PedroSite criado para ExequoSite criado para Fábrica de HoldingSite criado para Fábrica SistemaSite criado para Gas TubosSite criado para HausSite criado para Huios FinanceiroSite criado para Isenção IRSite criado para MedSiteSite criado para PanaBeesSite criado para PratiMedSite criado para Rogério RibeiroSite criado para RR TransferSite criado para Seguro.comSite criado para Smart Capta

O que o comprador industrial pergunta antes de fechar

Quanto custa um sistema para chão de fábrica e integração com ERP?

Não existe tabela. O número sai de quantos postos apontam, de quantas exceções a regra de produção admite e de quais APIs o ERP — ou o portal da montadora — realmente abre. A conta útil você faz antes de nos chamar: some retrabalho, retrabalho de lote e a mensalidade do MES genérico que nunca aceitou o campo que a planta exige. Mande pelo WhatsApp o fluxo de uma ordem, da abertura ao faturamento, e devolvemos faixa por fase, com o que fica de fora escrito na proposta.

Em quanto tempo o primeiro fluxo entra em produção?

Um recorte fechado — um processo inteiro, da entrada à expedição — costuma subir em semanas, já com operador no posto. O que estica é querer o mapa da planta inteira no primeiro contrato. A régua daqui é operacional: o recorte só está pronto quando aguenta um turno de segunda no CIC, não quando a diretoria aprova o protótipo na sala de reunião.

Precisa ser aplicativo ou o navegador resolve no posto?

No chão de fábrica, o navegador resolve a maior parte: um endereço, terminal compartilhado ou tablet, correção publicada uma vez e valendo no turno seguinte. App nativo entra quando o apontamento acontece sem rede — pátio, campo, visita técnica — ou quando a câmera é o próprio processo: etiqueta, laudo, foto de não conformidade. Fora desses casos, duas lojas e dois códigos só atrasam o go-live.

Integra com o ERP que a planta já usa?

Quase sempre, até o limite que a API do fornecedor libera — e esse limite a gente mede antes de comprometer prazo. Lemos a documentação, testamos autenticação em homologação e conferimos janela de carga. Se o ERP só exporta arquivo de madrugada, o desenho muda e isso vai na proposta, não no terceiro mês. O mesmo vale para portal de montadora, WMS, transportadora, gateway de pagamento e API oficial do WhatsApp.

Como ficam rastreabilidade, segurança e LGPD?

Papel de acesso por função antes da primeira tela, tráfego cifrado, senha com hash, log de quem alterou lote, apontamento ou laudo, e cópia com restauração testada. Em planta com cliente automotivo, rastreio por lote não é enfeite: é o que se pede na auditoria. Dado pessoal entra na mesma lógica — a primeira pergunta é o que dá para simplesmente não guardar.

O sistema anterior ficou pela metade. Vocês assumem?

Primeiro sai um parecer escrito, sem contrato: lemos código, modelo de dados e a infraestrutura que existe, e dizemos se o caminho é continuar, fatiar a refatoração ou reescrever o núcleo preservando a base. Às vezes o veredito é ficar com quem está — quando o problema é combinação e prazo, não engenharia. Você decide com o diagnóstico na mão.

Como um comprador industrial avalia uma casa de software?

Peça quatro coisas que cabem numa proposta. Mapa do processo antes do preço — quem cobra sem ter visto o posto cobra a diferença depois. Homologação que o coordenador de PCP acessa toda semana, não uma apresentação no encerramento. Repositório, banco e credenciais no CNPJ da planta desde o dia um. E o valor anual de manutenção, estimado antes de assinar. Em Curitiba isso se checa fácil: leve o papel para alguém de engenharia ou de TI de planta e peça para rasgar o que for vago.

Vale mais comprar MES/ERP pronto ou construir o que falta?

Fiscal, folha, emissão e contabilidade: compre pronto. Construir isso é queimar caixa. Construir se justifica quando a regra que decide apontamento, sequenciamento, laudo ou tabela por cliente é exatamente a que o pacote de prateleira recusa. O desenho mais comum na Grande Curitiba é misto: ERP de mercado no financeiro e no fiscal, sistema próprio no fluxo da planta, ligados por API. CRM sob medida cai nesse segundo grupo quando o comercial B2B não cabe em funil genérico.

Daqui a três anos, quem mantém o código?

Software parado apodrece: biblioteca sem patch, linguagem fora de suporte, portal da montadora que muda o contrato da API sem aviso. Por isso manutenção entra na proposta com valor anual — dependências, monitoramento, correção e uma reserva de horas para evolução. Código, banco e acessos ficam no seu CNPJ; trocar de fornecedor é decisão sua, não resgate.

Por onde começa um projeto deste tipo?

Pelo processo real, não pelo sistema ideal. Você mostra o turno como ele é: apontamento em papel, grupo de WhatsApp da qualidade, planilha do PCP, portal da montadora aberto numa aba. Mapeamos quem usa, o que trava, quantas vezes por dia e quanto custa cada travada. Desse mapa sai o recorte inicial, com escopo, prazo e investimento por fase. O diagnóstico não é cobrado e continua útil mesmo que outra casa execute.

Qual fluxo da planta ainda vive em planilha ou no papel?

Conte o turno como ele é, com defeito e tudo. Você recebe um parecer direto — inclusive se a resposta certa for comprar MES ou ERP pronto — e, se compensar construir, o recorte inicial com prazo e faixa de investimento.

QUERO O PARECER

Segunda a sexta, 9h–11h e 13h–17h · R. Alferes Ângelo Sampaio, 1190, Água Verde

Desenvolvimento de sistemas em Curitiba e na Grande Curitiba

Mapear posto rende mais com gente na planta e o operador mostrando a própria tela. O escritório fica no Água Verde e vamos até a empresa em Curitiba, São José dos Pinhais, Colombo, Pinhais, Araucária, Campo Largo, Piraquara, Fazenda Rio Grande, Almirante Tamandaré e Campo Magro. Fora desse raio, o projeto corre remoto — reunião gravada e ambiente de teste sempre acessível, o mesmo método de duas décadas.

Conteúdo revisado por Guilherme Huios — atualizado em .

Empresas da Grande Curitiba